Fundap

A Fundap é um órgão de consultoria, formação e pesquisa, vinculado ao governo do Estado de São Paulo. Trabalha para o desenvolvimento e para a modernização da administração pública.

Na área de formação, conta com a Escola de Governo e Administração Pública (Egap), que é um centro de capacitação de profissionais do setor público, para o exercício da gestão pública.

Acompanhando a crescente necessidade de capacitação na administração pública, a Fundap iniciou em 2000 um trabalho de pesquisa e desenvolvimento direcionado à educação a distância (EAD), passando a oferecer, em 2001, cursos nas áreas de finanças e orçamento, recursos humanos e licitação. Nesse processo, a partir de 2002, vem ampliando a gama de cursos oferecidos, divulgados no sítio http://www.fundap.sp.gov.br/index.asp?link=escola/

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O que é EAD

EAD é, por definição, um processo educativo em que a aprendizagem é realizada com a separação física – geográfica e/ou temporal – entre participante (aluno) e formador (especialista). Esse distanciamento pressupõe um processo de comunicação que induz à aprendizagem mediante a utilização de um conjunto de recursos tecnológicos que ultrapassa a comunicação oral.

O desenvolvimento dos recursos tecnológicos nos últimos anos permitiu que grande parte dos computadores em uso troquem informações – por meio de imagens, áudio e texto – e criou condições novas e extremamente atraentes para o estabelecimento da Internet, e das tecnologias a ela associadas, como um suporte ideal para a educação e o ensino a distância.

Os termos educação a distância e ensino a distância têm sido utilizados de modo indiscriminado por diversos estudiosos mas, na prática, há diferenças relevantes entre os dois conceitos. O conceito de ensino está mais associado às atividades de instrução, transmissão de conhecimentos e informações, adestramento e treinamento. O conceito de educação refere-se à prática educativa e ao processo de ensino-aprendizagem que leva o aprendiz a aprender a aprender, a saber pensar, a criar, a inovar, a construir conhecimentos, a participar ativamente de seu próprio crescimento. Há situações e objetivos que se esgotariam no ensino, mas a proposta mais abrangente e fundamental está, por certo, na educação (Landim, 1997).

A EAD, mediada por computador, é a modalidade educativa possibilitada pela disseminação de computadores pessoais e pela popularização da Internet. Nessa modalidade, os participantes/alunos estão fisicamente separados e o processo de aprendizagem é realizado fora do estabelecimento de ensino tradicional. Os participantes estudam no local que mais lhes convém e no seu próprio ritmo, podendo mais facilmente conciliar a aprendizagem com compromissos pessoais e profissionais.

Essa modalidade de educação requer a utilização de várias tecnologias educativas que facilitam tanto a aprendizagem, como a comunicação entre formadores e participantes. Estes são orientados por formadores (freqüentemente especialistas nos assuntos que ensinam), recebem materiais pedagógicos que permitem estudar onde e quando preferirem, e são avaliados por meio de trabalhos escritos e, normalmente, de um exame final. A Internet é hoje o principal suporte dessa interação (Landim, 1997).

Nos cursos a distância interessa conhecer, discutir e aprender a usar – além da informação e dos conteúdos específicos – também os recursos para pesquisar, armazenar e gerenciar o conhecimento.

Todas essas etapas visam a tornar o participante cada vez mais crítico em relação a seus desempenhos e a fazer com que consiga construir, de modo autônomo e responsável, as novas competências que necessite.

O computador, assim, é usado em toda a sua potencialidade: como instrumento de construção e difusão de saberes novos e de qualidade em todas as áreas (aqui, especificamente, para o desenvolvimento da administração pública).

No Curso de Governo Eletrônico, os participantes receberão materiais de apoio pedagógico produzido por especialistas reconhecidos na área.

 

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Principais características

Os programas de EAD oferecem inúmeras vantagens, em algumas circunstâncias. Parecem ser excepcionalmente adequados nos casos – como no do Curso de Governo Eletrônico – em que o público-alvo é amplo, difícil de quantificar e de alcançar simultaneamente, nos diferentes setores e serviços da administração pública. Nessas circunstâncias, ressaltam alguns dos traços específicos da educação a distância:

•  atinge grande público;

•  alcança pessoas em diferentes locais;

•  atende os interessados, sem exigir deslocamento ou horários fixos, o que,        além de economizar tempo, também implica redução significativa nos gastos      com transporte, hospedagem etc.;

•  favorece a formação de comunidades virtuais por áreas de interesse – um         fator importante para dinamizar o aprendizado e colaborar para a fixação de      novos conteúdos;

•  flexibiliza o ritmo de estudo e permite que cada participante use os seus         próprios horários, como lhe pareça mais conveniente (o curso permanece         disponível, na página da Fundap, na Internet, por 24 horas);

•  extrai máximo rendimento dos recursos instalados de comunicação pela            Internet, que se tornam, assim, efetivo instrumento para aprimorar a               formação dos servidores e para promover o desenvolvimento da administração    pública.

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Comunidades virtuais de aprendizagem

Comunidade virtual é o nome que se dá ao grupo de pessoas que cria e dinamiza redes de aprendizagem colaborativa, das quais participam pessoas que partilham idéias ou tarefas semelhantes ou que estejam engajadas em atividades comuns. As comunidades virtuais são hoje uma das ferramentas mais poderosas para discutir idéias e construir conhecimento atualizado, em que se somam as experiências de muitas pessoas.

No caso do Curso de Governo Eletrônico, chamamos de "comunidade" o espaço que se oferece para que o participante apresente os problemas que tenha e para cuja solução ele pede a ajuda dos demais membros do grupo. A comunidade é o espaço para trocar idéias e superar dificuldades.

No Curso de Governo Eletrônico haverá um grupo de especialistas que, no início das atividades, além de atuar como observador, também se dedicará a estimular a formação de nossa comunidade virtual de prática.

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Curso tutorial modulado

Nos cursos tutoriais modulados – como o Curso de Governo eletrônico –, a informação é oferecida em uma seqüência específica de módulos, planejada por critérios pedagógicos. Cada módulo está organizado em subcampos: conteúdo, tema, exercícios, apontamentos, atividades complementares, pesquisa e saiba mais.

Sugerimos ao participante que obedeça à seqüência dos módulos, a fim de melhor aproveitamento no curso. No entanto, essa é apenas uma sugestão; o participante pode seguir outra ordem que lhe pareça mais conveniente, uma vez que ele é responsável por seu aprendizado e pode escolher por onde começar, quando, o que e como prefere estudar.

Com os módulos, o curso oferece os meios para que se organize uma comunidade virtual – espaço de aprendizagem colaborativa, para discutir e resolver problemas.

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Modelo andragógico*

A andragogia é a disciplina que estuda a educação e a aprendizagem de adultos. Conforme o modelo andragógico:

  • o adulto gosta de interferir e tomar decisões sobre o conceito e o desenrolar do curso. É o aprender por meio do fazer (o aprender fazendo);

  • o adulto não se satisfaz em ser mero repetidor de cultura; ele anseia em produzir cultura por meio de seu próprio desenvolvimento; para isso, é necessário que ele busque descobrir a importância da formação contínua, do autoconhecimento e da autonomia;

  • o adulto é portador de uma experiência que o distingue das crianças. Nas capacitações, muitas vezes são os adultos, com suas experiências, que contribuem com o recurso mais rico para as suas próprias aprendizagens;

  • o adulto aprende o que realmente precisa saber (aprendizagem para a aplicação prática na vida diária). Os adultos estão dispostos a aprender quando compreendem a sua utilidade, quando o ato de aprender satisfaz aos seus interesses e às suas necessidades e, conseqüentemente, quando contribui para resolver os problemas reais de sua vida pessoal e profissional;

  • para o adulto, a vontade de aprender não pode ser explicada por mudança de conduta em decorrência de um estímulo externo. Para aprender, o adulto interpreta a realidade de acordo com a sua história e, a partir dessa interpretação, passa a internalizar algo (o produto da significação); são os fatores de ordem interna que criam circunstâncias para ele se motivar a aprender (auto-realização, auto-estima, qualidade de vida etc.).

Dados esses pressupostos andragógicos, nos cursos tutoriais modulados da Fundap/Egap – como o Curso de Governo Eletrônico –, a informação é oferecida numa específica seqüência de módulos, planejada por critérios andragógicos, ou seja, cada módulo está organizado em subcampos: conteúdo, tema, exercícios, apontamentos, pesquisa, casos práticos e saiba mais. Embora seqüencial, o participante pode seguir essa ordem, ou qualquer outra que lhe pareça mais conveniente. O participante é responsável por seu aprendizado e pode escolher por onde começar, quando, o que e como preferir estudar. Nesse curso, os mediadores não decidem o que, quando e como os alunos devem aprender cada assunto ou habilidade.

No curso, não existe bloqueio de módulos e o modelo não obriga o participante a seguir uma seqüência linear, uma vez que a vontade de aprender não pode ser explicada por mudança de conduta em decorrência de um estímulo externo. Para aprender, o indivíduo interpreta a realidade de acordo com a sua história e, a partir dessa interpretação, passa a internalizar algo (o produto da significação).

Com os módulos, o curso oferece um dos meios para que se organize uma comunidade virtual de aprendizagem e de prática – espaço de aprendizagem colaborativa e cooperativa –, para discutir o conteúdo programático do curso, resolver problemas do dia-a-dia de trabalho dos participantes e desenvolver projetos.

Nessa comunidade, a presença de um mediador é indispensável para a existência da comunidade. Ele aparece não como detentor da informação e único responsável pelo processo de ensino-aprendizagem, mas como indivíduo em posição de igualdade ao lado dos demais participantes da comunidade. Nesse espaço, todos – participantes e mediadores técnicos – detêm conhecimentos específicos, diferenciados e relevantes. Todos são co-autores e co-produtores do seu próprio conhecimento e, também, ambos são co-autores e co-produtores do que está sendo produzido e incorporado no ambiente, em um movimento contínuo e recursivo. A mediação vem ao encontro da proposta que procura romper e superar o paradigma da contradição mediador-participante.

Por fim, acreditamos que é na interação, entre seus pares, que os participantes realmente aprendem.

* Retirado de TAVARES-SILVA, Tania. A Educação baseada no paradigma da produção em massa, de servidores do Estado de São Paulo, via cursos on-line: a comunidade virtual de aprendizagem como recurso para valorizar e resgatar a capacidade de pensar, interagir e construir do aprendiz. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Programa de Pós-graduação em Educação: Currículo, 2006 (Tese de Doutorado), 295 p.

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Ambiente híbrido*

O grande desafio do Curso de Governo Eletrônico era promover a capacitação em massa de servidores do Estado, via cursos on-line, mas potencializando a capacidade de pensar e criar do aprendiz.

A solução encontrada foi a construção de um curso a distância on-line tendo a comunidade virtual de aprendizagem como recurso de interação. Essa solução compreende um ambiente híbrido de aprendizagem, que permite a interação entre formadores (mediadores técnicos e mediadores pedagógicos) e servidores, e entre estes.

Condição essencial à construção do conhecimento, o ambiente é constituído por:

•  um tutorial, que contempla o conteúdo teórico do curso, pedagogicamente    estruturado, de forma a estimular a aprendizagem autônoma e responsável; e

•  uma comunidade virtual de aprendizagem, que busca oferecer condições e    subsídios para a proposição de ações efetivas de governo eletrônico, no    contexto proposto pelo governo do Estado, favorecendo, sempre que    possível, o trabalho intersetorial, multifuncional e  multidisciplinar.

Essa comunidade está amparada por mediadores técnicos e mediadores pedagógicos, os quais promovem o diálogo, a reflexão e a colaboração entre pares.

A análise das interações na comunidade virtual de aprendizagem evidenciará que o curso:

•  será um canal de capacitação contínua, com informações contextualizadas    com a prática diária do servidor;

•  terá as informações atualizadas sistematicamente, pois a comunidade    realimentará o tutorial, num processo contínuo, que retorna para a    comunidade, favorecendo, também, a gestão do conhecimento em governo;

•  consolidará uma rede de colaboração, via comunidade de aprendizagem, que    potencializará a capacidade do servidor de adaptar-se criticamente a novas    situações;

•  possibilitará aos gestores públicos o conhecimento dos recursos e ações de    governo eletrônico existentes no governo do Estado de São Paulo;

•  contribuirá para o sentimento de empowerment nos servidores, pelo    reconhecimento de suas contribuições;

•  descobrirá novos talentos no quadro de servidores do Estado, uma vez que a    experiência mostra que o conhecimento que o governo deseja incrementar se    encontra, de algum modo, imerso em sua própria estrutura. Os especialistas    existem, porém estão incógnitos e, possivelmente, ignorados. A criação da    comunidade virtual pode ser a grande chance de o governo resgatar o    potencial intelectual e humano de seus servidores, valorizando a capacidade    de pensar, de criar e de se relacionar que eles detêm!

* Retirado de ZAHED-COELHO, Suzanete. A Construção de um curso a distância on-line    para capacitação em massa, com a comunidade virtual de aprendizagem como recurso    de interação: uma experiência do governo do Estado de São Paulo. São Paulo:    Universidade Mackenzie, 2005 (Dissertação de Mestrado).

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Suportes andragógicos da Comunidade de Aprendizagem e de Prática da Fundap*

A Comunidade Virtual de Aprendizagem e de Prática da Fundap encontra-se sustentada por cinco suportes pedagógicos fundamentais:

1º) criação de um curso na abordagem broadcast (que apresenta o conteúdo/foco – assunto de interesse comum a ser discutido entre os integrantes da comunidade – contextualizado, significativo; e pedagogicamente estruturado e em constante construção, de forma a estimular a aprendizagem autônoma a todos os participantes);

2º) adoção do modelo andragógico (a aprendizagem adquire uma característica mais centrada no adulto, na sua experiência, na sua independência e na sua autogestão);

3º) mediação pedagógica e técnica (facilita o processo de ensino-aprendizagem, incentiva a interação nos fóruns de discussão e auxilia o participante a descobrir seu potencial intelectual);

4º) efetiva contribuição dos participantes (cada aprendiz torna-se agente de busca e construção do conhecimento, vindo a ser co-responsável e co-autor do seu aprendizado pessoal, profissional e do grupo do qual faz parte); e

5º) aprendizagem continuada e colaborativa (mesmo após o encerramento do curso, os participantes continuam tendo acesso à Comunidade Virtual de Aprendizagem, tornando esse espaço disponível aos participantes em seu dia-a-dia de trabalho, como um meio de aprimorar seus conhecimentos técnicos e seu desempenho profissional).

Esses suportes pedagógicos que sustentam a Comunidade Virtual de Aprendizagem e, conseqüentemente, a educação no paradigma da produção em massa podem ser considerados recursos significativos para facilitar o processo de construção do conhecimento dos participantes, uma vez que possibilitam a troca de informações contextualizadas e atualizadas com a prática diária dos servidores, pois a comunidade realimenta o conteúdo do curso num processo contínuo; consolidam uma rede de colaboração, que potencializa a capacidade do servidor de se adaptar criticamente a novas situações; contribuem para o sentimento de empowerment nos servidores, pelo reconhecimento de suas contribuições; e levam a descobrir novos talentos. Os especialistas existem, porém estão incógnitos e, possivelmente, ignorados. A criação da comunidade virtual de aprendizagem pode ser a grande chance de a administração pública resgatar o potencial intelectual e humano de seus servidores, valorizando a capacidade de pensar, de criar e de se relacionar que eles detêm!

* Retirado de TAVARES-SILVA, Tania. A Educação baseada no paradigma da produção em    massa, de servidores do Estado de São Paulo, via cursos on-line: a comunidade virtual de    aprendizagem como recurso para valorizar e resgatar a capacidade de pensar, interagir e    construir do aprendiz. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Programa    de Pós-graduação em Educação: Currículo, 2006 (Tese de Doutorado), 295 p.

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Objetivos gerais

São objetivos gerais do curso:

•  divulgar aos gerentes públicos a política de governo eletrônico do governo,        vigente no Estado de São Paulo;

•  possibilitar aos gestores públicos o conhecimento dos recursos e das ações      de governo eletrônico existentes no governo do Estado de São Paulo;

•  formar uma comunidade virtual que discuta as melhores práticas em governo      eletrônico;

•  descobrir novos talentos no quadro de servidores do Estado; e

•  criar e divulgar um banco de boas práticas em governo eletrônico.

O Curso de Governo Eletrônico visa, também, a criar condições para a formação de uma comunidade virtual de servidores interessados em discutir e trocar informações sobre questões que surjam no ambiente de trabalho. Busca, ainda, dar maior agilidade aos atendimentos e às práticas da gestão administrativa e, por fim, oferecer subsídios para a implementação de um trabalho prático – proposição de ações de governo eletrônico, considerando-se a política vigente no governo do Estado de São Paulo (modelo de gestão, modelo de financiamento e tendências).

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Público-alvo

O Curso de Governo Eletrônico destina-se a todos os servidores do Estado que atuam na área de TIC e a gestores em geral.

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Programa

Módulo 1: O governo eletrônico e a nova gestão pública

Módulo 2: Governo eletrônico

Módulo 3: Fases de desenvolvimento do governo eletrônico

Módulo 4: Ética e governo eletrônico

Módulo 5: Prestação de serviços eletrônicos

Módulo 6: Governo eletrônico e gestão do conhecimento

Módulo 7: Educação a distância mediada por computador e via Internet

Módulo 8: Governo eletrônico e inclusão digital

Módulo 9: Governo eletrônico: modelos de gestão com foco no Estado de São Paulo

Módulo 10: Gestão de governo eletrônico: orientação para financiamento

Módulo 11: Governo eletrônico no Estado de São Paulo: sistemas implantados, ações em curso e tendências

Módulo 12: Internet, Intranet e Extranet: a tecnologia viabilizadora

Módulo 13: Redes de dados e telecomunicações: a tecnologia viabilizadora

Módulo 14: Ferramentas de colaboração: a tecnologia viabilizadora

Módulo 15: Software livre: a tecnologia viabilizadora

Módulo 16: Usabilidade em sistemas computacionais

Módulo 17: Governança em TIC: práticas e controles internos

Módulo 18: Governança em TIC: segurança da informação

Módulo 19: Governança em TIC: qualidade de software

Módulo 20: Governança em TIC: gerência de projetos

Criação de uma comunidade virtual de prática: trabalho prático – proposição de ações de governo eletrônico, considerando-se a política vigente no governo do Estado de São Paulo (modelo de gestão, modelo de financiamento e tendências).

Número de participantes

Máximo de 300 alunos por turma.

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Como fazer sua inscrição

Ao preencher a ficha cadastral no sítio da Fundap, o interessado deverá aguardar mensagem da Fundap, informando a data para acesso ao curso. As vagas são distribuídas da forma mais igualitária possível, contemplando todas as secretarias de governo, tribunais, autarquias, fundações e empresas públicas do Estado de São Paulo, respeitando a ordem de inscrição.

Todo dia "primeiro" de cada mês, a Fundap formará uma nova turma. O curso, por turma, terá quatro meses. Veja a seguir, no item Certificado, como obter a certificação.

Atenção! O preenchimento da ficha de inscrição - a inscrição - não garante o acesso imediato ao curso.

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Pré-requisitos

O participante do curso deve:

•  ter acesso regular diário à Internet, com conexão estável;

•  dispor do programa Internet Explorer, versão 5 ou superior, instalado;

•  possuir o programa Adobe Acrobat, disponível para download no curso;

•  ter correio eletrônico e um endereço eletrônico próprio, ativo e regular;

•  possuir noções de navegação pela Internet;

•  ter boa prática com o correio eletrônico; e

•  estar habituado a "baixar arquivos" (fazer download).

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Estrutura e conteúdo

A estrutura modular do curso permite atender a uma clientela bastante heterogênea, desde os servidores que começam a trabalhar na área até os que necessitam ou queiram atualizar-se.

Por ser oferecido pela Internet, o curso oferece espaço e condições ideais para a formação de redes de aprendizagem colaborativa, nas quais os servidores podem trocar informações e experiências, e partilhar idéias (entre si, no caso dos servidores que trabalham em atividades semelhantes, e, algumas vezes, com especialistas e peritos). Aos especialistas cabem as funções de mediar e facilitar o aprendizado, e de incentivar a formação da comunidade virtual de servidores-participantes. Espera-se que a rede colabore para que os participantes adaptem-se mais rapidamente à novidade da educação a distância e empenhem-se cada vez mais, com os formadores, em resolver os problemas propostos, servindo-se da própria experiência e da experiência que se acumula no próprio grupo, com espírito livre, criativo e colaborativo.

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Material didático

Durante o curso, o participante contará com:

•  materiais didáticos organizados para o aprendizado com autonomia; e

•  sugestões de páginas a serem visitadas na Internet e de bancos de dados e      informações para pesquisa na rede.

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Certificado

A certificação final no curso é opcional. O participante que desejar certificar-se deverá optar por uma das propostas relacionadas a seguir:

a) Realizar um trabalho prático ou efetuar proposta de trabalho prático na Comunidade do Curso de Governo Eletrônico, ou seja, participar de ação ou proposição de ação de governo eletrônico, considerando-se a política em curso no governo do Estado de São Paulo (modelo de gestão, modelo de financiamento e tendências). Essas atividades deverão ser realizadas na comunidade de prática.

Observações:

1ª) A “proposta” final de trabalho prático deverá ser encaminhada para o seguinte endereço eletrônico: nead.ge@fundap.sp.gov.br.

2ª) O participante encontrará as informações para a realização desses trabalhos na Comunidade do Curso de Governo Eletrônico no botão "Projetos".

b) Participar ativamente da comunidade virtual do curso, com o envio de, no mínimo, cinqüenta mensagens técnicas, nos quatro meses de vigência do curso para sua turma.

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Duração e carga horária

Nos cursos a distância, não há horários fixos. O desenvolvimento do curso será feito totalmente pela Internet. Para cumprir satisfatoriamente as atividades propostas no curso, recomenda-se que o participante reserve cerca de cinco horas por semana, ou seja, uma hora por dia. Se adotar esse ritmo de estudo, o participante completará o curso em quatro meses.

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Para obter o máximo rendimento

Para que se obtenha máximo rendimento em cursos a distância, espera-se do participante:

•  autonomia intelectual e pensamento crítico;

•  capacidade para bem equacionar e resolver problemas;

•  capacidade para implementar um trabalho prático – proposição de ações de      governo eletrônico, considerando-se a política vigente no governo do Estado      de São Paulo (modelo de gestão, modelo de financiamento e tendências);

•  competências para interagir em comunidade virtual de prática; e

•  iniciativa e capacidade de organizar-se para cumprir as tarefas no tempo e        nas condições necessários para o melhor aprendizado.

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